sábado, 13 de novembro de 2010

Resenha: A Breve Segunda Vida de Bree Tanner, Stephenie Meyer

A Breve Segunda Vida de Bree Tanner, uma história de Eclipse:
Eu sei que eu disse que eu não estava a fim de ler. E eu realmente não estava porque ei, desculpe, mas eu ainda quero ler a continuidade de Midnight Sun e estou revoltada quanto a decisão da autora de escrever esse livro - o da Bree - ao invés de terminar e publicar o do Edward.
Acontece que minha best Dessa ♥ me emprestou o livro. Pois é, eu sei. Sou uma traça de livros e não resisto a uma história - seja ela qual for.
Cara, eu sou tãao absurdamente nerd.
Então eu li. O livro é bem fino, é pequeno e tem só 190 páginas. Como diz minha amiga: Isso é livro que a gente lê em um dia. E é verdade. Pra quem leu quase 600 páginas de lutas super legais de anjos com arcanjos, bom, 190 pgs não é exatamente um desafio.
E adivinha: o livro é legal.
Gostei mesmo.
Primeiro porque foi uma pena a Bree ter morrido porque ela tem bem mais personalidade que a Bella.
Mas, então, quem não tem mais personalidade que a Bella? -hihi, parei de ser malvada.
O fato é que nós realmente ficamos sabendo mais da história, o que a Victoria fez, o que os Volturi fizeram. Além do mais, eu já não gostava dos vovôs vamps, agora eu não gosto mais ainda.
E a Jane continua sendo uma grande e enorme vamp fodona. No bom e no mal sentido. Ela tem um poder super mara. E ela é bem cruel, o que é bem ruinzinho. Mas dane-se, ela é boazuda e ponto.
A Stephenie Meyer trabalhou a natureza dos recém-criados, as sensações e o controle, os poderes dos novos vampiros, a real natureza dos vampiros que ela desenvolveu. Ainda não gosto do fato deles brilharem, mas esse livro em particular ficou bom.
Aliás, o Riley aparece bastante e, se sair realmente o filme que nem há rumores que vai sair, eu ia amar se o cara que interpretou ele em Eclipse fizesse ele de novo nesse filme. Wow, porque, omg, o que é aquilo? Brilhando ou não, parecendo um cadáver ou não - ele é lindo. Muito lindo mesmo. Ah.
Hum, e a historinha que ele conta pros vamps sobre o sol é incrivel. Tipo, eu ri muuito quando li essa parte. Porque, na boa, era engraçado. E a história do ciclo do sol e dos quatro dias então? Rizível - se é que existe esse termo. Acho que não. Mas enfim.
Pra quem não leu por causa da revolta ou só porque não se interessou, eu acho que seria bem legal se lesse porque não é um livro que vcê lê e fica "omg, que phodástico", mas só te esclarece algumas coisas da saga Crepúsculo em si.
Que nem tipo, agora sim eu saquei o lance do veneno e em como o Edward colocou ele numa seringa. Lembra que eu tinha surtado porque aquilo era quase impossível nos conceitos vampirescos da saga? Pois é, com esse livro a coisa fica possível e entendível.
E a gente morre de nojo com a descrição de beijos vampiros. Sério. Urgh. Nojento.

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