sábado, 23 de outubro de 2010

Resenha: O Símbolo Perdido, Dan Brown

Terminei de ler ontem. E eu sou suspeita pra falar porque eu adoro Dan Brown. Mas O Símbolo Perdido é tipo, muito, muito, muito bom.
E o Robert Langdon não beija ninguém.
Adoro o jeito minucioso que o autor escreve e a capacidade dele de fazer isso sem deixar o livro completamente maçante. Sem cotnar a imensidão de pontas soltas que ele consegue dar o nó de qualquer jeito. E um nó muito bem dado, diga-se de passagem. A gente pensa uma coisa e, de repente, é outra. A gente começa a gostar de um personagem e, do nada, ele é o vilão.
Só pra descobrirmos mais tarde que, na verdade, ele era o mocinho.
spoiler; aliás, deixe-me dizer, eu SABIA desde o começo que o Mal'ak (seja lá como se escreve o nome desse diabo) era o Zachary. Ponto. Eu sabia, rá. E eu também sabia que o segredo e parará era a Bíblia, ponto.
Como se alguém ligasse, dãr.
E tipo, os vilões dele sempre são OS vilões.
Psicopatas completamente perturbados mentalmente. E assassinos, claro. Assassinos bem cruéis e nojentos, que deixam suas vitimas em estados deploráveis.
Tipo arrancar o olho de alguém e usar para a leitura óptica, como em Anjos e Demônios. E, vamos combinar, o Mal'ak era muuito bizarro. "Inconvenientes" eram tratados com, sei lá, uma estrangulação ou afogamento. Tipo, acidentes.
As coisas narradas, relatos da ciência noética e tal. Você fica babando, pensando se realmente essa tecnologia existe. Particularmente, acho que sim. Mas enfim. Quando o Langdon tava naquele estado (er, quem leu sabe do que eu estou falando) e ficou narrando umas coisas do tipo escuridão total e pá, eu pensei que o autor tava fugindo do que ele sempre escreveu, porque tudo que eu li do Dan Brown sempre foi baseado em fatos, mesmo que envolvesse religião e Deus. Mas, então, não era bem isso, eu tava errada porque aquilo era bem factual -hehe
Mas enfim. Eu gostei e acho que todos deveriam ler.
Ponto.


Chamado por seu amigo Peter Solomon para dar uma palestra em Washington, Robert Langdon viaja até a capital americana, mas ao entrar no palco para iniciar a palestra descobre que tudo aquilo foi uma forma de atrair-lo até ali para iniciar uma busca por um antigo portal místico que tornaria possível a Apoteose. Robert se vê então forçado a colaborar com Mal`akh, vilão que esquematiza todos os passos de Langdon para que este decifre e revele o segredo da Pirâmide Maçônica, para que assim Mal`akh tenha acesso ao poder prerrogado pela lenda dos Antigos Mistérios. No desenrolar da trama Robert recebe ajuda de Katherine Solomon, irmã de Peter que está sendo mantido refém pelo vilão da historia. Katherine é uma pesquisadora de um novo ramo da ciência, a Noética. Juntos vão decifrando os segredos escondidos na Pirâmide e se aproximando cada vez mais do grande Símbolo Perdido, palavra que quando entendida daria ao homem um poder sobre-humano.

4 comentários:

  1. Olá Amanda. Confesso que ainda não li esse livro, embora tenha lido os quatro primeiros. Dan Brown não é muito bom, em minha humilde opinião, também não é ruim. A trama em si é curiosa, mas a estrutura é que é repetitiva. Todos os livros que li começam com um assassinato e ele injeta uma série de informações supostamente factuais, daí o protagonista, ajudado por alguém, sai em uma corrida para evitar que algo muito sério aconteça, geralmente (sempre) fugindo de um assassino manipulado por alguém poderoso. Enfim é um Paulo Coelho, só que sem a magia.Por acaso á leu Conan Doyle e Simenon? Se não, o que duvido muito, leia-os quando puder, não irá se arrepender. Abraço.

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  2. Oi Max :) ah eu adoro os romances investigativos do Dan Brown. Eu adoro coisas do genero sabe, a tensão toda em volta dos personagens e a série de coisas que acontecem e tal. E também eu pago um pau pros vilões dele. Mas claro, tudo na minha opinião :D
    Aliás, não li não. São os autores? Vou dar uma olhada :)
    bj ;*

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  3. Sim Amanda, são os autores. O primeiro é o criador do Sherlock Holmes e o segundo do Maigret. Adoro um suspense também, daqueles bem amarrados. Dan Brown não é ruim, como eu disse, mas existe melhores, isso é certo. As escritoras também arrasam no gênero policial: P. D. James e Agatha Christie, só para ficar nesses exemplos.

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  4. hum.
    eu não acredito que ainda não li nenhum livro da Agatha Christie :X vou pegar emprestado um na biblioteca quinta.

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